Este artigo explica como lidar com o pessimismo e a catastrofização na maternidade, mostrando que viver à espera do pior pode ser uma resposta aprendida de proteção, não uma falha de personalidade. O texto apresenta sinais de pensamento catastrófico, estratégias de regulação emocional, formas de separar factos de medos, exemplos práticos para mães e orientações sobre quando procurar apoio profissional. A abordagem é realista, empática e adaptada à vida familiar em Portugal.